PARLAeMENTE

sexta-feira, novembro 25, 2005

Violência contra a Mulher, nunca mais.

---Por sendas oblíqüas, violência urbanaviolência doméstica. Delitos, impunidade e dor,
na penumbra das cidades.
Pelas esquinas, rostos anônimos, corpos lanhadospelas marcas do desamor.
Não importa a idade, classe social.
Mulheres, tomadas pelo medo,têm a alma amargurada, a carne rasgada.
Nos olhares castigados, não há lágrimas nem sorrisos.
Só um silencioso pedido de socorroentre sonhos adormecidos.
O tempo, é como sopro,leva sem remorsos, o silêncio da noite, os hematomas, as escoriações, as mãos vazias...
- ( não importa a identidade, o coração partido, o medoa desventura) -
E, sem sofismasna alvorada, traz a denúncia, porta à liberdade!
Andréa Motta30/11/04

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Carlos Paredes